Valley of the Kings, EgyptFotograf/Photographer: Peter J. Bubenik (1995) / CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
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Valley of the Kings

Self-guided audio walking tour of Valley of the Kings — GPS route, offline playback, story-driven narration in 32 languages.

Where pharaohs sought eternity, and secrets still speak from the stone.

Os segredos de Valley of the Kings

Valley of the Kings, como ninguém conta.

Não os postais. As histórias que nem os locais conhecem — sussurradas ao seu ouvido, exatamente onde aconteceram.

3 segredos abaixo. Muitos mais esperam dentro do tour.
Tumba de Seti I (KV17)

A tumba de Seti I é conhecida por sua arte vívida e bem preservada, mas uma característica em suas câmaras mais profundas representou uma inovação arquitetônica.

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Tumba dos Filhos de Ramsés II (KV5)

Por décadas, exploradores descartaram a KV5 como um poço menor e insignificante, chegando a usar sua entrada como depósito de lixo.

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O Próprio Vale

Os faraós abandonaram as monumentais pirâmides por este vale remoto, buscando um local de descanso mais seguro.

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O tour completo

Descubra cada segredo de Valley of the Kings

Cada endereço, cada revelação na íntegra — no seu ouvido, exatamente onde aconteceu.

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Você escolhe as suas paragens. Você caminha. A voz revela o que os outros perdem.

Valley of the Kings — brown pyramid under blue sky during daytime
Photo: Osama Elsayed / Unsplash
Valley of the Kings — people walking on brown sand near pyramid during daytime
Photo: Emily Liang / Unsplash
Valley of the Kings — a large sphinx statue in the middle of a desert
Photo: Dilip Poddar / Unsplash
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Sobre Valley of the Kings

A história de Valley of the Kings

O Vale dos Reis, situado na margem oeste do Rio Nilo, perto de Luxor, serviu como o principal local de sepultamento dos faraós e nobres influentes do Novo Reino (aproximadamente 1539–1075 a.C.). Este desfiladeiro árido e escaldado pelo sol, também conhecido como Vale dos Portões dos Reis, contém as tumbas escavadas na rocha de 63 faraós conhecidos e outros indivíduos de elite, incluindo os célebres Tutancâmon, Seti I e Ramsés II.

Designado Patrimônio Mundial da UNESCO em 1979, o Vale dos Reis oferece uma janela profunda para as crenças do antigo Egito sobre a vida após a morte. As tumbas elaboradas, escavadas nas profundezas das colinas de calcário, destinavam-se a salvaguardar as múmias e tesouros dos faraós para sua jornada para o próximo mundo, um forte contraste com as pirâmides facilmente saqueadas de dinastias anteriores. Hoje, permanece um sítio arqueológico ativo, com novas descobertas ainda emergindo, remodelando continuamente nossa compreensão deste antigo cemitério real.

História

## Das Pirâmides às Tumbas Subterrâneas Por séculos, as monumentais pirâmides serviram como os locais de descanso final para os faraós do Egito. No entanto, sua visibilidade pura os tornou alvos principais para ladrões de tumbas. Com o advento do Novo Reino (c. 1539–1075 a.C.), uma nova estratégia para o sepultamento real surgiu: as tumbas escavadas na rocha do Vale dos Reis. Essa mudança foi uma resposta direta à necessidade de maior segurança, visando preservar os corpos dos faraós e seus extensos tesouros para a vida após a morte.

O próprio local, um wadi desolado na margem oeste do Nilo, foi escolhido com intenção deliberada. Sua localização remota oferecia um grau de ocultação, e a forma natural semelhante a uma pirâmide do pico de al-Qurn, que domina o vale, foi vista como um sinal divino, simbolizando renascimento e vida eterna. Além disso, a margem oeste do Nilo tinha associações funerárias, pois era onde o deus sol se punha, para renascer no leste.

A construção desses elaborados complexos subterrâneos começou com Tutmés I, acreditado como o primeiro faraó ali sepultado. Ao longo de quase 500 anos, faraós sucessivos das 18ª, 19ª e 20ª dinastias, incluindo governantes renomados como Seti I, Ramsés II e Tutancâmon, encomendaram suas casas eternas dentro dessas falésias. As tumbas variavam em design, mas geralmente apresentavam corredores descendentes, poços profundos para deter ladrões, câmaras com pilares, vestíbulos e uma câmara funerária abrigando um sarcófago de pedra. As paredes eram intrincadamente decoradas com textos religiosos e cenas retratando a jornada do faraó pelo submundo, destinadas a serem mapas espirituais para guiá-los para a vida após a morte.

Apesar dos esforços de ocultação, a maioria das tumbas foi eventualmente saqueada na antiguidade. No entanto, o clima seco do Vale ajudou a preservar muitas das intrincadas pinturas murais e hieróglifos, oferecendo insights inestimáveis sobre as crenças e a arte do antigo Egito. A descoberta mais famosa em tempos modernos foi a da tumba de Tutancâmon (KV62) em 1922 por Howard Carter, notável por ter sido encontrada em grande parte intacta com sua deslumbrante variedade de tesouros. Mais recentemente, a escavação da KV5, a tumba dos filhos de Ramsés II, em 1995, expandiu dramaticamente nossa compreensão da escala e propósito do Vale, revelando-o como a maior tumba já encontrada no Egito.

O que ver

O Vale dos Reis oferece uma oportunidade única de entrar na vida após a morte do antigo Egito. Embora nem todas as 63 tumbas conhecidas estejam abertas ao público simultaneamente devido a esforços de conservação, uma seleção rotativa garante que sempre haja locais impressionantes para explorar. Um ingresso de admissão padrão geralmente concede acesso a três tumbas. Ingressos especiais são necessários para algumas das tumbas mais elaboradas, como as de Tutancâmon (KV62) e Seti I (KV17).

Entre as tumbas mais recomendadas estão a Tumba de Seti I (KV17), frequentemente considerada uma das mais belamente decoradas e profundas do vale, com relevos pintados requintados e um teto único em arco na câmara funerária retratando cenas astronômicas. A tumba de Ramsés VI (KV9) também é altamente conceituada por sua arte vívida e textos funerários detalhados. Embora a tumba de Tutancâmon (KV62) seja menor e menos elaboradamente decorada, ela detém a distinção única de ser a única tumba real importante encontrada em grande parte intacta, e você ainda pode ver sua múmia dentro. Outras tumbas notáveis que podem estar abertas incluem as de Ramsés III (KV11) e Ramsés IV (KV2). Lembre-se de comprar os ingressos na bilheteria da Margem Oeste antes de chegar ao Vale dos Reis, pois os ingressos não podem ser comprados nos locais das tumbas.

Quando visitar

A época ideal para visitar o Vale dos Reis é durante os meses mais frios, de outubro a abril, quando as temperaturas são mais moderadas, geralmente variando entre 20–30°C (68–86°F). As manhãs cedo são geralmente recomendadas para evitar o calor do meio-dia e multidões maiores. Chegar antes das 7:00 da manhã, quando o vale abre às 6:00 da manhã, oferece temperaturas mais frias e melhor luz para ver as intrincadas pinturas murais. Embora alguns conselhos sugiram evitar as manhãs cedo devido às multidões, o calor é um fator mais significativo, especialmente de junho a agosto, quando as temperaturas podem exceder 40°C (104°F). Domingos, terças e quartas-feiras tendem a ser mais movimentados devido aos horários dos cruzeiros no Nilo.

Prático

Acessar o Vale dos Reis geralmente envolve uma viagem à Margem Oeste de Luxor. Muitos visitantes organizam um carro e motorista ou um táxi, que podem ser contratados para o dia, muitas vezes através de hotéis ou do terminal de ferry da Margem Oeste. Um pequeno trem elétrico, conhecido como 'tuf-tuf', leva os visitantes do centro de visitantes até as tumbas. O ingresso de admissão geral permite a entrada em três tumbas, com ingressos adicionais necessários para tumbas premium como as de Tutancâmon e Seti I. Esses ingressos especiais podem ser comprados no centro de visitantes.

É crucial trazer água e proteção solar, incluindo protetor solar, óculos de sol e chapéu, pois o vale pode ser intensamente quente. Sapatos confortáveis também são essenciais para navegar pelo local. As regras de fotografia se tornaram mais flexíveis; geralmente, você pode tirar fotos dentro da maioria das tumbas com um telefone ou câmera sem permissão extra, embora fotografia com flash, tripés e gimbals geralmente sejam proibidos. No entanto, alguns guias ainda podem permitir fotografia com telefone mediante gorjeta. Há banheiros disponíveis no centro de visitantes.

Bom saber
Quantas tumbas existem no Vale dos Reis?
Existem 63 tumbas conhecidas no Vale dos Reis, com mais potencialmente aguardando descoberta.
Quais são as melhores tumbas para visitar no Vale dos Reis?
Tumbas altamente recomendadas incluem Seti I (KV17), Ramsés VI (KV9) e Tutancâmon (KV62). Outras opções impressionantes frequentemente abertas são Ramsés III (KV11) e Ramsés IV (KV2).
Preciso de um ingresso especial para a tumba de Tutancâmon?
Sim, um ingresso separado é necessário para entrar na tumba de Tutancâmon (KV62), além do ingresso de admissão geral para o Vale dos Reis.
Posso tirar fotos dentro das tumbas?
De acordo com mudanças recentes, geralmente é permitido tirar fotos dentro da maioria das tumbas com um telefone ou câmera sem permissão extra. No entanto, fotografia com flash, tripés e gimbals geralmente não são permitidos.
Qual é o melhor horário do dia para visitar?
Visitar no início da manhã, idealmente antes das 7:00, é recomendado para evitar tanto o calor quanto as maiores multidões.
O Vale dos Reis é acessível para visitantes com problemas de mobilidade?
Embora esforços tenham sido feitos para acessibilidade, o Vale dos Reis envolve caminhada, muitas vezes em subidas, e descida de escadas íngremes para dentro das tumbas. Algumas tumbas são mais desafiadoras de acessar do que outras.
No mapa

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